Desordem, desrespeito e caos em Seco das Mulatas



A comunidade moradora do povoado Seco das Mulatas, um dos principais e mais importantes da chamada 'baixada bacabalense', vive sob a égide da desordem, do desrespeito e do caos implantados no ano que passou, 2017, pela gestão informal do governo ilegal patrocinado pelo ex-prefeito interino José Vieira, e exercida pelo par que de fato administra Bacabal, seu assessor para outros negócios (Aspone), Jaime Rocha, e por sua esposa, Patrícia Braga Vieira.

O principal e mais premente problema enfrentado pela comunidade é de amplo conhecimento de todos: a atual condição, ou falta dela, da 'famosa' Estrada da Bela Vista, via de acesso a dezenas de outras comunidades que formam a baixada, todas prejudicadas e na iminência de ficarem isoladas, caso o período chuvoso de adense.

A estrada, segundo os moradores, recebeu uma espécie de 'guaribada' no perímetro que vai até Bela Vista, mas com as poucas chuvas que caíram o arranjo já se desfez e os velhos e mesmos problemas voltaram, e devem se agravar.

A estrada é um problema comum da baixada, mas Seco das Mulatas sofre, individualmente, com o descaso e com a ineficácia da gestão Jaime e Patrícia, bons gestores de contas e bons elaboradores de licitações diversas, mas que esquecem de, de fato, governar.

Em Seco das Mulatas a educação, a saúde, a agricultura e o abastecimento de água são serviços extremamente precários. Na educação, por exemplo, ainda no ano passado, o número de professores foi reduzido, causando danos irreversíveis ao aprendizado dos alunos.  

O incentivo a agricultura só existe por parte do governo do Estado, que implementa a distribuição de sementes e o processo de aragem de terras. Jaime e Patrícia ainda não desenvolveram nenhum tipo de ação no povoado, mesmo sendo ele um dos principais produtores do município e local aonde o prefeito interino, e afastado, José Vieira, conseguiu expressiva votação.


Nepota e improbo o diretor do SAAE, Ramón Braga, encostou em um 'pau' o reservatório que serve a comunidade.
No povoado, ainda segundo denúncia da comunidade, voltou-se ao tempo em que se carregava latas cheias de água na cabeça. É que a estrutura que mantinha o reservatório do povoado apresentou problemas na estrutura, a caixa de água quebrou e caiu e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Bacabal  (SAAE), fez apenas um arranjo mantendo o reservatório do chão. Em razão de disso a água não chega as torneiras das casas.

O legado de Jaime e Patrícia em Seco das Mulatas: o fechamento da UBS.
Porém, o problema que mais aflige a comunidade de Seco das Mulatas é a situação em que se encontra o serviço de saúde. Para começar o povoado não dispõe de um  único médico e a unidade básica de saúde foi legada ao mais completo estado de abandono, e fechada.

Quando os moradores do povoado precisam de atendimento médico precisam se deslocar até a sede do município, isso se as condições da estrada que são obrigados a usar permitir. O medo é que alguém morra por falta de atendimento. A situação é de desordem, desrespeito e caos absoluto.  

As condições em que a UBS se encontra você acompanha nas fotos (Clique em cima para ampliar) que seguem abaixo: 




























Abel Carvalho







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