Lourival Cunha: O Imparcial prestigia e inclui a SOS VIDA nas atividades de celebração do seu centenário



Lourival Cunha, engenheiro e advogado - A direção do Jornal O Imparcial, em suas atividades de celebração do seu centenário convidou o  Presidente da SOS VIDA, Lourival Cunha, que publica uma coluna educativa e informativa sobre trânsito, neste jornal desde 2012, para gravar um podcast falando dos objetivos e das atividades desta organização que luta pela paz no trânsito ao longo dos seus 15 anos de existência.

Dia 06.05.26 foi feita a gravação.

O Diretor Executivo deste renomado órgão de imprensa, Célio Sérgio, informou ao Presidente Lourival que ele também fará parte do álbum de figurinhas que está sendo preparado para ser lançado brevemente, também como uma das atividades celebrativas do centenário do jornal.

O presidente Lourival ficou muito lisonjeado com a deferência à SOS VIDA e agradece ao Diretor Executivo, Célio, assim como ao Diretor-Presidente Pedro Freire, que foi quem inicialmente concedeu o espaço para a publicação da supracitada coluna.

MAIO AMARELO 2026: POR QUE “ENXERGAR O OUTRO” VIROU TEMA DA CAMPANHA 
 O Maio Amarelo 2026 lembra que grandes transformações começam em atitudes pequenas. Foto: dadophotos para Depositphotos 

Tema da campanha deste ano expõe um problema cotidiano: muita gente dirige olhando para a via, mas sem perceber as pessoas ao redor. 

O Maio Amarelo 2026 chega neste ano com uma mensagem direta e necessária: enxergar o outro pode salvar vidas
.
Em um país ainda marcado por altos índices de mortes e lesões no trânsito, a campanha aposta em algo simples na teoria, mas cada vez mais raro na prática: atenção genuína ao próximo. 

A escolha do tema não aconteceu por acaso. 

O trânsito brasileiro convive diariamente com pressa, distração, impaciência e excesso de individualismo. 

Em muitas situações, o problema não é falta de visão, e sim falta de percepção. 

Motoristas veem a faixa, mas não param para o pedestre. 

Enxergam a moto, mas mudam de faixa mesmo assim. 

Notam a bicicleta, mas passam raspando. Sabem do limite de velocidade, mas aceleram porque acreditam que “não vai acontecer nada”. 

O verdadeiro significado da campanha 
Quando o Maio Amarelo fala em enxergar o outro, a proposta vai além do sentido literal. 

O foco está em reconhecer que o trânsito é coletivo e que toda decisão individual afeta terceiros. 

Cada freada brusca, cada ultrapassagem indevida, cada mensagem respondida no celular e cada gesto agressivo podem atingir alguém que sequer participou daquela escolha. 

Na prática, a campanha convida a uma mudança de postura: 
sair do modo automático; 
reduzir atitudes egoístas; 
antecipar riscos; 
respeitar vulneráveis; 
dirigir com empatia;
compreender que chegar alguns minutos antes nunca vale uma vida. 

O Brasil ainda dirige como se estivesse sozinho 

Boa parte dos conflitos viários nasce da falsa sensação de prioridade absoluta. 

Muitos condutores se comportam como se os demais fossem obstáculos, e não pessoas. 

Isso aparece em cenas comuns: 
veículo parado sobre faixa de pedestres; 
estacionamento em calçada; 
avanço para “fechar” cruzamento; 
buzina como intimidação; 
ultrapassagem perigosa para ganhar segundos; 
disputa de espaço com motociclistas; hostilidade contra ciclistas. 

São comportamentos normalizados, mas que ajudam a explicar por que o trânsito segue tão violento. 

O celular resume esse problema 
Se existe um símbolo moderno da incapacidade de enxergar o outro, ele está na palma da mão. 

O uso do celular ao volante reúne distração visual, manual e mental. 

Mesmo poucos segundos olhando para a tela podem impedir a percepção de: 
uma criança atravessando; 
uma moto surgindo no corredor; 
um veículo freando à frente; 
um semáforo fechando; um ciclista desviando de obstáculo. 
Em muitos sinistros, o problema não foi falta de reflexo. Foi falta de atenção. Fonte: portaldotransito.com.br

CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO (Lei nº 9.503/97)
Art. 71. O órgão ou entidade com circunscrição sobre a via manterá, obrigatoriamente, as faixas e passagens de pedestres em boas condições de visibilidade, higiene, segurança e sinalização.

A VIOLÊNCIA DO TRÂNSITO TEM JEITO, é só as autoridades implementarem os remédios eficazes: Educação para o Trânsito, Fiscalização ampla e rigorosa e uma boa Infraestrutura das vias.
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