Dois pequenos momentos para aliviar o 'opróbrio' que Bacabal vive sob o controle de Jaime e Patrícia

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1° momento
Em 17 de abril de 2002 a sempre bela, e extremamente competente repórter e apresentadora Adriana Grasiela - nos idos tempos da boa TV Difusora da Vila São João - percorreu as ruas de Bacabal em um sol escaldante, que ela odeia, e entrevistou bacabalenses anônimos, estudantes e alguns moradores antigos e mais velhos com o intuito de levantar dados sobre a história de Bacabal.

O resultado foi surpreendente, e atual. Hoje, 17 de abril de 2018, use 15 minutos do seu tempo assistindo esta história.

Depois reflita, se pergunte e responda a si mesmo: mudou alguma coisa?


2º Momento
"Eu ouço o som das matracas e choro para não voltar". Zé Questionou essa passagem quando eu, ele, e, infelizmente Paulo Campos, estávamos compondo essa toada de despedida, no também, velho e bom Scorpions Bar. Mas, eu sabia o que escrevia naquele momento.

Eu não escrevi apenas sobre a minha dor, ou a dor do meu amor. Eu escrevi sobre um futuro incerto, e que não veio. Eu escrevi, principalmente sobre a dor de Fran Cruz - o amo do Boi Bacaba - que fez da promessa nunca revelada o seu sonho de todos nós.

Quando o sonho de Fran acabou, o Boi Bacaba também acabou junto, embora a sua promessa nunca assumida permaneça.

Não sei porque revivo isso aqui, agora...

Mas, Fran e seu Boi Bacaba merecem. Esse trabalho é dele. Assista, e não fique triste você que viveu essa história. Como eu mesmo costumo dizer: - um povo que não tem memória, não tem história...


Abel Carvalho
Bacabalense

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