A agenda de Júnior Alteredo na capital do Estado também constou de um encontro o delegado Dicival Gonçalves da Silva, coordenador executivo do Programa Pacto Pela Paz e superintendente de Polícia Civil do interior, do tenente coronel Ivan Góes, coordenador geral do projeto, do delegado Jalingson Alan Freire, adjunto da superintendência da Polícia Civil do interior e do coronel Zózimo Neto, comandante da Polícia Militar do interior. O encontro, que teve como objetivo trazer as ações do Programa para Bacabal, contou com o aval do secretário de Estado da segurança, delegado Jefferson Portela.
Programa Pacto Pela Paz
O Programa Pacto Pela Paz, que o presidente municipal do Patriota, Júnior Alteredo, trabalha para trazer para Bacabal é um programa criado pelo Governo do Maranhão mediante a Lei de nº 10.387 de 21 de dezembro de 2015, cujo objetivo é a promoção da paz social, da cultura dos direitos humanos e do respeito às leis.
O Programa prevê, no âmbito da Segurança Pública, ações de promoção do bem estar da população através da efetivação de uma polícia de proximidade.
O Policiamento de Proximidade tem como fundamento a descentralização dos conflitos da polícia, com discussão resolutiva local dos problemas. Sua implantação objetiva promover a aproximação entre policiais e cidadãos, e reduzir os indicadores de criminalidade a partir da ação policial qualificada.
No âmbito social, o Pacto prevê ações de prevenção social voltadas para a população de áreas identificadas como críticas em termos de criminalidade, de modo a reafirmar direitos e dar acesso a serviços públicos essenciais.
Nesse contexto, são destacadas ações relacionadas à prevenção, tratamento e reinserção social de usuários de substâncias psicoativas.
Como suporte às ações previstas, o Pacto Pela Paz prevê a ampliação do efetivo policial, a valorização a carreira policial, a capacitação permanente dos agentes de segurança pública na filosofia de polícia de proximidade e o reaparelhamento das unidades policiais, sejam civis ou militares.
Quem faz parte?
O Programa tem como órgãos diretores as Secretarias de Estado de Segurança Pública e de Direitos Humanos, contudo, a transversalidade necessária de suas ações, exige a participação de uma rede de atores dos mais diversos segmentos.
Cabe destacar, a participação da população mediante os Conselhos Comunitários pela Paz.


