Weverton Rocha (PDT) é um dos que é alvo da Justiça; parlamentar é réu em ação penal movida pelo MP por crimes previstos na Lei de Licitações
OESTADOMA.COM, COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL
Weverton Rocha e Junior Marreca respondem na Justiça por crimes (Foto: Divulgação)
SÃO LUÍS - Dos 65 membros da comissão especial de impeachment na Câmara dos Deputados que votaram na segunda-feira (11) quanto à concordância ou não com o parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), um total de 36 respondem ou já foram condenados por algum crime na Justiça comum ou eleitoral. Dois deles - Weverton Rocha (PDT) e Junior Marreca (PEN) - são maranhenses.
Rocha é réu em ação penal movida pelo Ministério Público por crimes previstos na Lei de Licitações. E também é alvo de inquérito referente a crimes de peculato, corrupção passiva e ativa, além de ações civis de improbidade administrativa movidas pelo Ministério Público.
Já Marreca é réu em ação penal por emprego irregular de verbas ou rendas públicas e em ações civis de improbidade administrativa (dano ao erário) movidas pelo Ministério Público Estadual.
Votos
Dentre os parlamentares que possuem algum registro judicial durante a carreira política, 20 votaram favoravelmente ao parecer que recomendou a abertura de processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff, enquanto os demais 16 se posicionaram contrariamente ao relatório.
Na lista dos deputados com questionamentos judiciais estão, inclusive, o presidente da comissão, deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF), indiciado por corrupção eleitoral no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal e o relator Jovair Arantes (PTB-GO), alvo de ação movida pelo Ministério Público Federal referente a improbidade administrativa. O deputado também teve suas contas de campanha reprovadas em 2006 e 2012.
Confira abaixo quais são os questionamentos judiciais e como cada deputado votou na comissão especial de impeachmentWeverton Rocha (PDT -MA)
É réu em ação penal movida pelo Ministério Público por crimes previstos na Lei de Licitações. E também é alvo de inquérito referente a crimes de peculato, corrupção passiva e ativa, além de ações civis de improbidade administrativa movidas pelo Ministério Público.
Como votou: NÃO
Junior Marreca (PEN-MA)
É réu em ação penal por emprego irregular de verbas ou rendas públicas e em ações civis de improbidade administrativa (dano ao erário) movidas pelo Ministério Público Estadual.
Como votou: NÃO
Mendonça Filho (DEM-PE)
Em razão da posição de presidente regional do DEM em Pernambuco, o parlamentar é parte em processos que tiveram as contas do partido julgadas como não prestadas em municípios pernambucanos.
Como votou: SIM
Orlando Silva (PCdoB-SP)
As contas de 2004 da Secretaria Executiva do Ministério dos Esportes, de responsabilidade do parlamentar, foram julgadas irregulares por falhas em convênios celebrados. Foi condenado a pagar multa de R$ 5 mil.
Além disso, suas contas de campanha eleitoral de 2014 a deputado federal foram desaprovadas. Na condição de presidente do diretório estadual paulista do PCdoB, o parlamentar figura como parte em processos em dois municípios nos quais as contas de 2014 não foram prestadas. Foi determinada a suspensão do repasse de novas cotas do fundo partidário municipal pelo tempo em que o partido permanecesse omisso.
Como votou: NÃO
Flavio Nogueira (PDT-PI)
Na condição de presidente estadual do PDT, figura como responsável pelas contas do exercício financeiro de 2012 do diretório estadual do partido no Piauí que foram desaprovadas. A Justiça Eleitoral também determinou a suspensão do repasse de cotas do fundo partidário por seis meses. Entrou com recursos, mas a decisão foi mantida.
Como votou: NÃO
Leonardo Picciani (PMDB-RJ)
É alvo de representação (sob segredo de justiça) por captação e gastos ilícitos na campanha de 2014 com pedido de cassação de diploma. Também são investigados o pai do parlamentar, Jorge Picciani (PMDB) que é deputado estadual, e seu irmão, Rafael Picciani (PMDB) que é secretário de Transportes do município do Rio de Janeiro.
Como votou: NÃO
Leonardo Quintão (PMDB-MG)
É alvo de ação civil por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Estadual.
Como votou: SIM
Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA)
O PMDB na Bahia teve reprovada a prestação de contas referente ao exercício de 2007, quando o parlamentar presidia o partido no estado.
Como votou: SIM
Mauro Mariani (PMDB-SC)
Réu em ação por improbidade administrativa. A ação havia sido extinta em primeira instância, mas o TJ-SC anulou essa decisão. O parlamentar recorre no STJ.
Como votou: SIM
Osmar Terra (PMDB-RS)
O TCE-RS apontou irregularidades nas suas gestões da Secretaria da Saúde e da Prefeitura e o condenou ao pagamento de multa.
Como votou: SIM
Valtenir Pereira (PMDB-MT)
É alvo de inquérito que apura crimes da Lei de Licitações. Foram desaprovaram as contas relativas ao exercício financeiro do PSB nos anos de 2009 e 2010, quando o parlamentar presidia a regional do partido.
Como votou: NÃO
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras.Também responde por de inquérito que apura crimes previstos na Lei de Licitações.
Como votou: NÃO
Jerônimo Goergen (PP-RS)
É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras. Também responde, em seu estado de origem, por improbidade administrativa referente a indicação de assessor parlamentar que agia como funcionário fantasma, recebendo os valores do cargo sem a realização das atividades devidas.
Como votou: SIM
Júlio Lopes (PP-RJ)
É alvo, no STF, de inquérito que apura apropriação indébita previdenciária. O processo está suspenso, pois parlamentar está efetuando o pagamento dos débitos.
Como votou: SIM
Paulo Maluf (PP-SP)
Foi condenado por improbidade administrativa pelo superfaturamento na construção do túnel Ayrton Senna quando prefeito de SP, com decisão mantida em segunda instância. Foi condenado pela utilização de meios e dinheiro público para promoção pessoal durante o período em que ocupou o cargo de prefeito de SP.
Também foi réu em ações por lavagem de dinheiro, por crimes eleitorais, por denúncia por falsidade ideológica, crimes contra o sistema financeiro nacional, participação em ocultação de cadáveres de militantes durante a Ditadura Militar e improbidade administrativa em diferentes estâncias.
Como votou: SIM
Roberto Britto (PP-BA)
É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras. É alvo de ação de improbidade administrativa movida pela União e pelo município de Jequié (BA) e também de representação movida pelo Ministério Público por conduta vedada a agente público.
Como votou: NÃO
Alex Manente (PPS-SP)
É alvo de inquérito que apura a prática de crimes eleitorais e responde no TJ-SP por de ação por improbidade administrativa e dano ao erário movida pelo Ministério Público.
Como votou: SIM
Édio Lopes (PR-RR)
É réu em ação penal por peculato. De acordo a denúncia, o parlamentar desviou dinheiro público, em proveito próprio e alheio, por meio da indicação de três servidores para ocuparem cargos comissionados em seu gabinete, sem a exigência de prestação de serviços, nos anos de 2005 e 2006.
Como votou: NÃO
Marcelo Squassoni (PRB-SP)
Foi condenado por improbidade administrativa por uso da máquina pública para favorecimento pessoal, mas recorre da decisão. Também é alvo de inquérito sobre crimes de peculato, corrupção ativa e passiva, no período em que chefiou a gerência regional do Patrimônio da União em São Paulo e responde por improbidade administrativa com dano ao erário no TJ-SP.
Como votou: SIM
Danilo Forte (PSB-CE)
É alvo de inquérito que investiga violações de direito e processo eleitoral e de ações de improbidade administrativa movidas pelo Ministério Público Federal.
Como votou: SIM
Marco Feliciano (PSC-SP)
Teve desaprovada a prestação de contas da eleição de 2014 para deputado federal. É alvo de inquérito que apura irregularidades na contratação de cinco pastores da igreja Catedral do Avivamento, fundada pelo parlamentar que trabalhariam em seu gabinete, mas não estariam cumprindo o expediente. Também responde a pedido de indenização por danos morais difusos.
Como votou: SIM
Marcos Montes (PSD-MG)
Condenado em ação civil de improbidade administrativa. O deputado recorre no STJ.
Como votou: SIM
Paulo Magalhães (PSD-BA)
É réu em ação penal por falso eleitoral. O parlamentar é acusado de incluir doador falso na prestação de contas da campanha de 2010. Também responde por improbidade administrativa.
Como votou: NÃO
Rogério Rosso (PSD-DF)
É indiciado por corrupção eleitoral no TRE-DF.
Como votou: SIM
Carlos Sampaio (PSDB-PR)
Teve a prestação de contas referente às eleições municipais de Campinas de 2008 reprovadas, o mesmo ocorreu nas eleições de 1998.
Como votou: SIM
Nilson Leitão (PSDB-MT)
Foram reprovadas as contas referentes ao exercício de 2010 do diretório regional do PSDB. O parlamentar era o presidente regional do partido, à época. O partido recorre.
O diretório estadual do PSDB também teve as contas referente ao exercício de 2007 reprovadas, quando o parlamentar era presidente. O deputado também reponde por corrupção passiva, crimes de responsabilidade, inquéritos que apuram crimes da Lei de Licitações e ações civis de improbidade administrativa.
Como votou: SIM
Shéridan Estérfany (PSDB-RR)
É alvo de ação civil de improbidade administrativa (dano ao erário) no TJ-RR e também reponde a inquérito, no STF, que apura crimes eleitorais.
Como votou: SIM
Benedita da Silva (PT-RJ)
É alvo de ação por ato lesivo ao patrimônio artístico, estético, histórico ou turístico no TJ-RJ.
Como votou: NÃO
Arlindo Chinaglia (PT-SP)
É alvo, no TJ-SP, de ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual.
Como votou: NÃO
José Mentor (PT-SP)
É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção e lavagem de dinheiro com recursos
desviados da Petrobras.
Como votou: NÃO
Paulo Teixeira (PT-SP)
Teve as contas eleitorais de 2010 desaprovadas e é alvo, no TJ-SP de alvo de ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual.
Como votou: NÃO
Vicente Candido (PT-SP)
A prestação de contas de sua campanha para as eleições de 2002 a deputado estadual foram consideradas irregulares. Além disso, é investigado, em inquérito no STF, por corrupção ativa e advocacia administrativa.
Como votou: NÃO
Jovair Arantes (PTB-GO)
Teve rejeitada a prestação de contas referente às eleições de 2012 e 2006. Também é alvo de ação movida pelo Ministério Público Federal referente a crimes de improbidade administrativa.
Como votou: SIM
Bacelar (PTN-BA)
As contas do PTN baiano foram reprovadas em 2008, 2009 e 2012, quando o parlamentar era presidente da sigla. No TCM-BA, foi condenado a pagar multa e a ressarcir os cofres públicos solidariamente em R$ 770 mil por diversas irregularidades registradas enquanto comandava a Secretaria da Educação, Cultura, Esportes e Lazer.
Também foi condenado a ressarcir os cofres públicos em outros processos, referentes ao período em que foi vereador de Salvador. No STF, é alvo de inquérito que apura suposto crime de peculato e no TJ-BA, é réu em ação civil de improbidade administrativa com dano ao erário e enriquecimento ilícito.
Como votou: NÃO
Fernando Francischini (SD-PR)
No TJ-PR, é alvo de ação civil de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público e de de ação movida pela Defensoria Pública do Paraná.
Como votou: SIM
Paulinho da Força (SD-SP)
No TRF-3 foi condenado por improbidade administrativa. No STF, o deputado é réu em ação penal sobre crime contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Ainda na Corte, responde por peculato e atos de corrupção passiva. Também responde em ações civis públicas movidas pelo Ministério Público que apuram dano ao erário.
Como votou: SIM
OESTADOMA.COM, COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL
Weverton Rocha e Junior Marreca respondem na Justiça por crimes (Foto: Divulgação)SÃO LUÍS - Dos 65 membros da comissão especial de impeachment na Câmara dos Deputados que votaram na segunda-feira (11) quanto à concordância ou não com o parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), um total de 36 respondem ou já foram condenados por algum crime na Justiça comum ou eleitoral. Dois deles - Weverton Rocha (PDT) e Junior Marreca (PEN) - são maranhenses.
Rocha é réu em ação penal movida pelo Ministério Público por crimes previstos na Lei de Licitações. E também é alvo de inquérito referente a crimes de peculato, corrupção passiva e ativa, além de ações civis de improbidade administrativa movidas pelo Ministério Público.
Já Marreca é réu em ação penal por emprego irregular de verbas ou rendas públicas e em ações civis de improbidade administrativa (dano ao erário) movidas pelo Ministério Público Estadual.
Votos
Dentre os parlamentares que possuem algum registro judicial durante a carreira política, 20 votaram favoravelmente ao parecer que recomendou a abertura de processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff, enquanto os demais 16 se posicionaram contrariamente ao relatório.
Na lista dos deputados com questionamentos judiciais estão, inclusive, o presidente da comissão, deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF), indiciado por corrupção eleitoral no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal e o relator Jovair Arantes (PTB-GO), alvo de ação movida pelo Ministério Público Federal referente a improbidade administrativa. O deputado também teve suas contas de campanha reprovadas em 2006 e 2012.
Confira abaixo quais são os questionamentos judiciais e como cada deputado votou na comissão especial de impeachmentWeverton Rocha (PDT -MA)
É réu em ação penal movida pelo Ministério Público por crimes previstos na Lei de Licitações. E também é alvo de inquérito referente a crimes de peculato, corrupção passiva e ativa, além de ações civis de improbidade administrativa movidas pelo Ministério Público.
Como votou: NÃO
Junior Marreca (PEN-MA)
É réu em ação penal por emprego irregular de verbas ou rendas públicas e em ações civis de improbidade administrativa (dano ao erário) movidas pelo Ministério Público Estadual.
Como votou: NÃO
Mendonça Filho (DEM-PE)
Em razão da posição de presidente regional do DEM em Pernambuco, o parlamentar é parte em processos que tiveram as contas do partido julgadas como não prestadas em municípios pernambucanos.
Como votou: SIM
Orlando Silva (PCdoB-SP)
As contas de 2004 da Secretaria Executiva do Ministério dos Esportes, de responsabilidade do parlamentar, foram julgadas irregulares por falhas em convênios celebrados. Foi condenado a pagar multa de R$ 5 mil.
Além disso, suas contas de campanha eleitoral de 2014 a deputado federal foram desaprovadas. Na condição de presidente do diretório estadual paulista do PCdoB, o parlamentar figura como parte em processos em dois municípios nos quais as contas de 2014 não foram prestadas. Foi determinada a suspensão do repasse de novas cotas do fundo partidário municipal pelo tempo em que o partido permanecesse omisso.
Como votou: NÃO
Flavio Nogueira (PDT-PI)
Na condição de presidente estadual do PDT, figura como responsável pelas contas do exercício financeiro de 2012 do diretório estadual do partido no Piauí que foram desaprovadas. A Justiça Eleitoral também determinou a suspensão do repasse de cotas do fundo partidário por seis meses. Entrou com recursos, mas a decisão foi mantida.
Como votou: NÃO
Leonardo Picciani (PMDB-RJ)
É alvo de representação (sob segredo de justiça) por captação e gastos ilícitos na campanha de 2014 com pedido de cassação de diploma. Também são investigados o pai do parlamentar, Jorge Picciani (PMDB) que é deputado estadual, e seu irmão, Rafael Picciani (PMDB) que é secretário de Transportes do município do Rio de Janeiro.
Como votou: NÃO
Leonardo Quintão (PMDB-MG)
É alvo de ação civil por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Estadual.
Como votou: SIM
Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA)
O PMDB na Bahia teve reprovada a prestação de contas referente ao exercício de 2007, quando o parlamentar presidia o partido no estado.
Como votou: SIM
Mauro Mariani (PMDB-SC)
Réu em ação por improbidade administrativa. A ação havia sido extinta em primeira instância, mas o TJ-SC anulou essa decisão. O parlamentar recorre no STJ.
Como votou: SIM
Osmar Terra (PMDB-RS)
O TCE-RS apontou irregularidades nas suas gestões da Secretaria da Saúde e da Prefeitura e o condenou ao pagamento de multa.
Como votou: SIM
Valtenir Pereira (PMDB-MT)
É alvo de inquérito que apura crimes da Lei de Licitações. Foram desaprovaram as contas relativas ao exercício financeiro do PSB nos anos de 2009 e 2010, quando o parlamentar presidia a regional do partido.
Como votou: NÃO
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras.Também responde por de inquérito que apura crimes previstos na Lei de Licitações.
Como votou: NÃO
Jerônimo Goergen (PP-RS)
É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras. Também responde, em seu estado de origem, por improbidade administrativa referente a indicação de assessor parlamentar que agia como funcionário fantasma, recebendo os valores do cargo sem a realização das atividades devidas.
Como votou: SIM
Júlio Lopes (PP-RJ)
É alvo, no STF, de inquérito que apura apropriação indébita previdenciária. O processo está suspenso, pois parlamentar está efetuando o pagamento dos débitos.
Como votou: SIM
Paulo Maluf (PP-SP)
Foi condenado por improbidade administrativa pelo superfaturamento na construção do túnel Ayrton Senna quando prefeito de SP, com decisão mantida em segunda instância. Foi condenado pela utilização de meios e dinheiro público para promoção pessoal durante o período em que ocupou o cargo de prefeito de SP.
Também foi réu em ações por lavagem de dinheiro, por crimes eleitorais, por denúncia por falsidade ideológica, crimes contra o sistema financeiro nacional, participação em ocultação de cadáveres de militantes durante a Ditadura Militar e improbidade administrativa em diferentes estâncias.
Como votou: SIM
Roberto Britto (PP-BA)
É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras. É alvo de ação de improbidade administrativa movida pela União e pelo município de Jequié (BA) e também de representação movida pelo Ministério Público por conduta vedada a agente público.
Como votou: NÃO
Alex Manente (PPS-SP)
É alvo de inquérito que apura a prática de crimes eleitorais e responde no TJ-SP por de ação por improbidade administrativa e dano ao erário movida pelo Ministério Público.
Como votou: SIM
Édio Lopes (PR-RR)
É réu em ação penal por peculato. De acordo a denúncia, o parlamentar desviou dinheiro público, em proveito próprio e alheio, por meio da indicação de três servidores para ocuparem cargos comissionados em seu gabinete, sem a exigência de prestação de serviços, nos anos de 2005 e 2006.
Como votou: NÃO
Marcelo Squassoni (PRB-SP)
Foi condenado por improbidade administrativa por uso da máquina pública para favorecimento pessoal, mas recorre da decisão. Também é alvo de inquérito sobre crimes de peculato, corrupção ativa e passiva, no período em que chefiou a gerência regional do Patrimônio da União em São Paulo e responde por improbidade administrativa com dano ao erário no TJ-SP.
Como votou: SIM
Danilo Forte (PSB-CE)
É alvo de inquérito que investiga violações de direito e processo eleitoral e de ações de improbidade administrativa movidas pelo Ministério Público Federal.
Como votou: SIM
Marco Feliciano (PSC-SP)
Teve desaprovada a prestação de contas da eleição de 2014 para deputado federal. É alvo de inquérito que apura irregularidades na contratação de cinco pastores da igreja Catedral do Avivamento, fundada pelo parlamentar que trabalhariam em seu gabinete, mas não estariam cumprindo o expediente. Também responde a pedido de indenização por danos morais difusos.
Como votou: SIM
Marcos Montes (PSD-MG)
Condenado em ação civil de improbidade administrativa. O deputado recorre no STJ.
Como votou: SIM
Paulo Magalhães (PSD-BA)
É réu em ação penal por falso eleitoral. O parlamentar é acusado de incluir doador falso na prestação de contas da campanha de 2010. Também responde por improbidade administrativa.
Como votou: NÃO
Rogério Rosso (PSD-DF)
É indiciado por corrupção eleitoral no TRE-DF.
Como votou: SIM
Carlos Sampaio (PSDB-PR)
Teve a prestação de contas referente às eleições municipais de Campinas de 2008 reprovadas, o mesmo ocorreu nas eleições de 1998.
Como votou: SIM
Nilson Leitão (PSDB-MT)
Foram reprovadas as contas referentes ao exercício de 2010 do diretório regional do PSDB. O parlamentar era o presidente regional do partido, à época. O partido recorre.
O diretório estadual do PSDB também teve as contas referente ao exercício de 2007 reprovadas, quando o parlamentar era presidente. O deputado também reponde por corrupção passiva, crimes de responsabilidade, inquéritos que apuram crimes da Lei de Licitações e ações civis de improbidade administrativa.
Como votou: SIM
Shéridan Estérfany (PSDB-RR)
É alvo de ação civil de improbidade administrativa (dano ao erário) no TJ-RR e também reponde a inquérito, no STF, que apura crimes eleitorais.
Como votou: SIM
Benedita da Silva (PT-RJ)
É alvo de ação por ato lesivo ao patrimônio artístico, estético, histórico ou turístico no TJ-RJ.
Como votou: NÃO
Arlindo Chinaglia (PT-SP)
É alvo, no TJ-SP, de ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual.
Como votou: NÃO
José Mentor (PT-SP)
É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção e lavagem de dinheiro com recursos
desviados da Petrobras.
Como votou: NÃO
Paulo Teixeira (PT-SP)
Teve as contas eleitorais de 2010 desaprovadas e é alvo, no TJ-SP de alvo de ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual.
Como votou: NÃO
Vicente Candido (PT-SP)
A prestação de contas de sua campanha para as eleições de 2002 a deputado estadual foram consideradas irregulares. Além disso, é investigado, em inquérito no STF, por corrupção ativa e advocacia administrativa.
Como votou: NÃO
Jovair Arantes (PTB-GO)
Teve rejeitada a prestação de contas referente às eleições de 2012 e 2006. Também é alvo de ação movida pelo Ministério Público Federal referente a crimes de improbidade administrativa.
Como votou: SIM
Bacelar (PTN-BA)
As contas do PTN baiano foram reprovadas em 2008, 2009 e 2012, quando o parlamentar era presidente da sigla. No TCM-BA, foi condenado a pagar multa e a ressarcir os cofres públicos solidariamente em R$ 770 mil por diversas irregularidades registradas enquanto comandava a Secretaria da Educação, Cultura, Esportes e Lazer.
Também foi condenado a ressarcir os cofres públicos em outros processos, referentes ao período em que foi vereador de Salvador. No STF, é alvo de inquérito que apura suposto crime de peculato e no TJ-BA, é réu em ação civil de improbidade administrativa com dano ao erário e enriquecimento ilícito.
Como votou: NÃO
Fernando Francischini (SD-PR)
No TJ-PR, é alvo de ação civil de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público e de de ação movida pela Defensoria Pública do Paraná.
Como votou: SIM
Paulinho da Força (SD-SP)
No TRF-3 foi condenado por improbidade administrativa. No STF, o deputado é réu em ação penal sobre crime contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Ainda na Corte, responde por peculato e atos de corrupção passiva. Também responde em ações civis públicas movidas pelo Ministério Público que apuram dano ao erário.
Como votou: SIM