O vereador Rogério Santos (PPS) manteve intensa agenda extra-parlamentar no transcorrer da semana que passou. No povoado Piratininga, a convite da comunidade, Santos participou das comemorações em homenagem ao Divino Espírito Santo, festa tradicional que mantém viva a história do povoado de remanescentes quilombolas mais antigo de Bacabal.
O vereador popular socialista, depois de sucessivas gestões junto ao prefeito José Alberto Veloso e ao secretário de obras pedro Rocha, conseguiu realizar a limpeza completa das áreas públicas existentes nas Cohabes. O trabalho foi realizado com sucesso e deixou a comunidade satisfeita.
Arborização
Em sua atuação parlamentar Rogério Santos solicitou que a Mesa Diretora da câmara encaminhe Indicação ao secretário de meio ambiente do município, Anderson Viana, sugerindo a imediata realização de estudo para a elaboração e implantação de um projeto completo e permanente de arborização do centro urbano da cidade de Bacabal.
Santos juntou a sua proposição a justificativa do engenheiro florestal Kleber Rodrigo M. Sampaio, que explica que "quando existe uma Arborização Urbana implantada na cidade, o que é bem comum na maioria dos casos existindo essa Arborização não muito organizada e muitas vezes com indivíduos de idade avançada, o que primeiramente se deve fazer é identificar as espécies existentes na arborização urbana, planejar e replanejar a arborização existe, para que isso seja possível é necessário realizar o diagnóstico da situação atual Inventário Florestal Urbano, com posterior implantação de um sistema de monitoramento informatizado da arborização viária urbana. Primeiramente Inventariar qualitativamente e quantitativamente, por meio de Inventário Florestal Urbano todas as espécies da arborização localizada nos Logradouros Públicos em calçadas de Ruas e Avenidas, Praças e Canteiros Centrais; Informatizar através de um banco de dados as ações, dados e documentos do diagnóstico arbóreo; Identificar logradouros onde as árvores públicas, face às condições fitossanitárias presentadas, necessitem de providências imediatas de conservação; Buscar informações sobre as comunidades locais visando o apoio da mesma no plantio e manutenção de novas mudas a serem plantadas defronte seus imóveis, a fim de compatibilizar e harmonizar a implementação da arborização; Definir as diretrizes de manejo e expansão da arborização pública no município; Definir a forma de arborização de novos parcelamentos realizados no município; Compatibilizando todas as condições com as características do ambiente urbano; Treinar e capacitar a mão-de-obra especializada responsável pela execução das atividades de poda e/ou extirpação de árvores do município; Estabelecer um ambiente agradável do ponto de vista ecológico e paisagístico; Determinar as espécies adequadas para plantio e definir cronograma de ação, estabelecendo metas anuais a serem cumpridas; Revisar e/ou reestruturar a legislação municipal em prol da proteção à vegetação urbana; Desenvolver programas e/ou projetos em parcerias com Universidades, ONG’s, Escolas, e similares, com vistas na educação ambiental a fim conscientizar a comunidade em geral da importância da arborização no meio urbano.
Para Santos "faz – se necessária a implantação de um Plano Diretor de Arborização Urbana, visto que o mesmo é valioso instrumento de gestão ambiental, o qual consiste no conjunto de métodos e medidas adotadas para a preservação, expansão, planejamento, manejo e gerenciamento de árvores urbanas, de acordo com as características físicas, ambientais, sociais, econômicas, históricas e culturais em que ocorrem ou poderão vir a ocorrer em consonância com a distribuição da população na cidade. É preciso avaliar a arborização urbana da cidade para potencializar as suas qualidades e corrigir os seus aspectos negativos. Essa avaliação pode ser feita sob diferentes pontos de vista. É necessário um cadastro com informações objetivas das árvores existentes e suas condições fitossanitárias gerais, assim como uma identificação das necessidades presentes, levando em consideração não somente os aspectos técnicos, mas também a percepção das comunidades".
Ele conclui afirmando que "a avaliação da arborização urbana e a discussão dos seus resultados devem levar a identificação de prioridades de ação, proporcionando a elaboração de cronograma de plantio e de manutenção. Análises das demandas e das potencialidades de cada local poderão indicar a categoria de arborização mais adequada para cada ambiente. Esses são apenas alguns objetivos e uma Justificativa que acho sensata."
Da assessoria



