Com a chegada do período de férias, um dos temas mais recorrentes é a segurança das crianças, que deve ser pensada também em todos os trajetos e transporte de gente pequena. O ONSV – OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária trata do tema, com um vídeo que disponibiliza as principais recomendações para que a viagem de toda a família seja feita com toda a tranquilidade e segurança.
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| Com gente pequena no carro, atenção e cuidado redobrados |
Na infância, o transporte deve ser feito com o apoio de equipamentos que são específicos para cada faixa etária e altura das crianças.
O cinto de segurança é obrigatório para crianças acima de 10 anos e também quando a criança está na barriga da mãe.
Já recém-nascidos até os 13kg ou aproximadamente um ano devem usar o bebê-conforto no banco de trás e fixado de forma contrária ao fluxo do veículo.
De 1 a 4 anos, é a vez da cadeirinha, já instalada no sentido do fluxo da via. Em seguida, até cerca de 7,5 anos, as crianças devem ser transportadas nos assentos de elevação ou booster, com o cinto de segurança do próprio veículo. Nestes casos, os equipamentos são afixados virados para a frente do veículo.
Até os 10 anos, todas as crianças devem fazer todos os trajetos no banco traseiro; e só depois disso ou quando conseguir colocar os dois pés inteiros sobre o assoalho do carro poderá sentar-se no banco da frente, utilizando o cinto de segurança.
O vídeo do OBSERVATÓRIO trata também de equipamentos como o Isofix, muito utilizado na Europa e Estados Unidos, mas pouco encontrado por aqui. Geralmente, o equipamento é visto apenas nos carros importados no país. O Isofix é um sistema universal de fixação de cadeirinhas bem seguro que amplia a proteção da criança.
De acordo com a entidade, ao transportar crianças, os pais devem estar atentos para checar se as portas traseiras estão fechadas. “O uso das travas na porta traseira também reduz os riscos de acidentes”, alerta. Episódios de acidentes dessa natureza – na qual a criança tenta deixar o veículo - não são tão incomuns, segundo o OBSERVATÓRIO.
E um último alerta: ao viajar, para a segurança e proteção de todos, acomode malas, materiais e ferramentas no porta-malas. Tudo dentro do veículo precisa estar preso e somente pequenos volumes devem ser colocados ou acomodados no assoalho dos veículos, nunca nos bancos.
Fonte: http://www.onsv.org.br/
CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO (LEI Nº 9.503/97)
EXCESSO DE VELOCIDADE
Art. 218. Transitar em velocidade superior à máxima permitida para o local, medida por instrumento ou equipamento hábil, em rodovias, vias de trânsito rápido, vias arteriais e demais vias:
I - quando a velocidade for superior à máxima em até 20% (vinte por cento):
Infração - média;
Penalidade - multa;
II - quando a velocidade for superior à máxima em mais de 20% (vinte por cento) até 50% (cinqüenta por cento):
Infração - grave;
Penalidade - multa;
III - quando a velocidade for superior à máxima em mais de 50% (cinqüenta por cento):
Infração - gravíssima;
Penalidade - multa [3 (três) vezes], suspensão imediata do direito de dirigir e apreensão do documento de habilitação.
CINTO DE SEGURANÇA: É FUNDAMENTAL USÁ-LO

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada no início deste mês, mostrou que 20% da população não usa cinto de segurança no banco da frente. A situação é ainda mais grave nos bancos traseiros: metade dos entrevistados admitiu que não usa o equipamento obrigatório.
Educação. Para o diretor-presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurélio Ramalho, a mudança no costume tem de ser estimulada desde a escola e também na formação de novos motoristas.
"Na autoescola se aprende que, se você não usar o cinto, será multado. Isso é uma forma errada de ensinar. Se você não usar o cinto, estará desprotegido e, por isso, é fundamental utilizá-lo", disse.
Ele exemplifica que uma pessoa de 60 quilos sendo transportada a 60 km/h no banco traseiro, em caso de parada brusca, transforma-se em um peso de cerca de uma tonelada e meia que pode atingir os demais ocupantes. Ramalho propõe uma reflexão sobre a importância do tema. "Sempre pedimos ferramentas de segurança mais modernas nos automóveis, e a indústria tem nos entregado isso ultimamente. E por que não usamos o cinto?."
Fonte: http://www.onsv.org.br/
Por Lourival Sousa
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